13 de dezembro de 2016

Resenha - A Garota do Calendário #2, Audrey Carlan.

Autor: Audrey Carlan
Título: A Garota do Calendário, Fevereiro
Série: A Garota do Calendário #2
Ano: 2016
Páginas: 135
Editora: Verus

Ela precisava de dinheiro. E nem sabia que gostava tanto de sexo. O fenômeno editorial do ano e best-seller do New York Times, USA Today e Wall Street Journal
Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato.
A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil.
Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser...
Em fevereiro, Mia vai passar o mês em Seattle com Alec Dubois, um excêntrico artista francês. No papel de musa, ela vai embarcar em uma jornada de descobertas sexuais e lições sobre o amor e a vida que permanecerão com ela para sempre.

Certo deixa eu começar dizendo que me senti levemente decepcionada. Acho que esperava os mesmos sentimentos do primeiro livro, mas essa história não é bem parecida com a primeira então já esqueçam encontrar semelhanças. Para esclarecer melhor leiam a resenha de A Garota do Calendário - Janeiro e irão perceber uma diferença.

Em A Garota do Calendário - Fevereiro, acompanhamos Mia Sauders para Seattle onde ela será por 1 mês a musa de um famoso pintor francês Alec Dubois. Claramente o francês é uma delícia de homem e Mia irá se divertir muito em sua companhia.

Entre telas e fotografias Mia será a Musa de Alec e entre eles crepitam faíscas de desejo imediatamente ao se conhecerem. Se ficarmos ligados em A Garota do Calendário - Janeiro, não iremos apreciar a leitura de Fevereiro. Explico o porquê, Mia não se poupa, mesmo admitindo ter sentimentos por Wes como já sabemos disso ela se joga de cabeça na sua breve relação com Alec e desfruta de tudo o que o francês tem para lhe oferecer. Se ficarmos pensando no mês que Mia passou com Wes e agora com Alec iremos perceber que existe uma diferença entre os dois.


Com Alec, Mia se permitiu curtir a "amizade colorida" e no tempo que tiveram eles se amaram. Não o amor "Para Sempre", mas o amor "Agora". Eles se pertenceram no prevê tempo que tiveram. Não houve aqui pedidos de para sempre nem de amor eterno.

Tivemos nesse livro uma relação de um pintor famoso com sua Musa. Entre eles existe uma química inegável, mas isso não será suficiente para despertar sentimentos de amor eterno. Em Fevereiro temos um encerramento ao fim do mês. Nada ficou para depois ou subtendido na relação de Alec e Mia.

Não leiam esperando encontrar a relação que Mia desenvolveu com Wes. O mês de Fevereiro se trata puramente de sexo, feito com "amor", mas com data limite para acabar sem receios ou mágoas para ambas as partes.

Eu gostei do livro, menos do que de Janeiro, mas isso não influência muito por sabermos que Mia estará a cada mês em uma cidade diferente e com um homem diferente. Não temos a expectativa de ela se fazer de "pura moça". Nesse livro ela já está mais relaxada com seu papel e se permiti desfrutar do que o mês tem para lhe oferecer.

Estou aqui pensando que se em cada mês a autora resolveu por um protagonista tudo de bom vai ficar difícil a situação haha. Ou não 😉.

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